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Resenha: Minha experiência com o Chromecast + dicas bem legais

cocchrome

Olá, pessoal!

Há tempos que quero falar sobre o Chromecast, um dispositivo que embora esteja no mercado há bastante tempo (já tem até a versão 2.0), só deu seu ar da graça aqui em casa no finalzinho de 2015.

Optamos por comprá-lo na metade do ano, levando em conta que arranjar uma Smart TV não é nem de longe uma prioridade para nós no momento. Após muitas pesquisas de preço (e o famoso “joga pra frente”) o fiz em novembro. A decisão também foi motivada pelo fato de que eu estava cansada de pagar duas contas todo mês, uma para a Live (no Xbox) e outra para o Netflix.

Achar informações sobre ele no dia-a-dia exige pesquisa. Achei alguns reviews que considerei técnicos demais, e basicamente fiz a compra no escuro. Cheguei a procurar pessoas próximas a fim de um feedback pessoal (como faço com tudo que penso em comprar) e não obtive muita coisa. Encontrei uma pessoa que tinha, pedi detalhes e ela só disse que era legal, plugava lá e era isso. Não ajudou e acabei com a sensação de floopada épica. Ainda bem que no fim deu tudo certo.

Decidi fazer esse mini guia para quem, assim como eu, está tendo acesso à essa belezura nos dias de hoje. Compartilhar informações é sempre bom e espero que auxilie quem estiver interessado. Tudo aqui citado é 100% minha experiência de uso nos últimos meses. Vamos lá!

Para quem não conhece vou tentar resumir de forma grosseira e objetiva: o Chromecast é um aparelhinho bem similar a um pen drive que transforma qualquer TV/Monitor com entrada HDMI em uma TV inteligente (Smart TV).

Como é feita a instalação:

Ele se conecta na internet e permite que você utilize seu smartphone, tablet, PC e etc como controle remoto, o que é muito legal na teoria. Pode-se utilizar os aplicativos compatíveis ou projetar a tela do gadget na TV. No computador tem algumas vantagens bem maiores, porém pouco divulgadas. Num apanhado geral, tem me favorecido nos seguintes tópicos:

Stremio e o Popcorn Time

De poucas certezas da vida temos a de que todos amamos o Netflix. Ele chegou revolucionando o troço todo, ajudando pessoas a economizarem com TV a cabo (tipo eu) e está sempre trazendo novidades. Mesmo assim seu catálogo é deveras escasso de vez em quando, o que me faz recorrer ao Popcorn Time para assistir a um filme mais atual.

O que me incomodava era ter que:
1) Desmontar o PC e levar para a sala
2) A qualidade via HDMI na TV e ficava bem bosta na maioria das vezes.

Com o Chromecast isso foi sanado. O aplicativo reconhecia o CC na rede e puff – só alegria.

Depois que o Popcorn Time teve as tretas lá, desativou, voltou, acabei conhecendo o Stremio, que tem a mesma proposta, só que com uma qualidade infinitamente melhor. A única desvantagem quanto ao Stremio é a necessidade do computador, já que o aplicativo de celular /tablet não permite (até o momento) que você não faça nada além de colocar o que você quer assistir em uma lista de favoritos. Tirando isso, ele é 10/10 e funciona perfeitamente com o Chromecast, principalmente por ter a maioria de seus títulos em HD. Dica: sempre escolho as legendas em PT/PT. As PT/BR são levemente dessincronizadas.

Dica quente: caso você não saiba, existem categorias escondidas dentro do Netflix, para achá-las é só jogar na busca os códigos numéricos, disponibilizei a lista aqui.

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A extensão do Chrome – Google Cast

Segundo o Google “com a extensão do Google Cast é possível encontrar e reproduzir conteúdo no seu dispositivo Chromecast a partir do navegador Chrome”. Mas como que isso funciona na prática? Basicamente você escolhe uma aba aberta no Chrome, aperta no ícone do Google Cast que fica na barra de extensões, seleciona o seu Chromecast e ele joga pra TV apenas aquela aba (não aparece o endereço, outras abertas, nada). Você pode trocar de aba tranquilamente que a que você transmitiu continuará lá linda e congelada, até você interagir com ela. Ela perde qualidade obviamente, mas se for um vídeo, ao colocar em tela inteira ele fica com qualidade adequada. Aqui em casa essa extensão é usada para ANITUBE PRA CARAIO E EM HD BOLADÃO! 

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Spotify e Tune In

Protelei bastante pra começar a usar o Spotify. Como sempre usei o TuneIn, não via a necessidade de pagar mais um serviço além do Netflix. A real mesmo é que só dei uma oportunidade porque peguei aquela promoção dos 3 meses por R$ 2,99, e acabou que curti o lance de poder escutar offline. Era tudo mediano até a chegada do Chromecast, usava de vez em quando e estava tudo bem. Agora serve para colocar música ambiente de boa qualidade na sala e serviu bastante na festa de Natal, inclusive permitindo com que os convidados mexessem na playlist.

Enquanto o Spotify tem a função de rádio e, no caso do premium, controle total, o TuneIn é o acervo de rádios online em escala mundial. Do que você quiser tem rádio lá, inclusive as brasileiras. Se você for do tipo que curte uma lista aleatória e conhecer músicas novas, vale muito a pena, até porque é gratuito e intuitivo.

Por sinal me adicione no Spotify e no TuneIn. O do TuneIn tem todas as rádios que eu escuto listadas publicamente. Ele me ajuda bastante na hora de conhecer músicas novas e sair um pouco da caixa.

Existem outras vantagens…

  • O Youtube fica sensacional e tem integração total, assim como todos os serviços do Google de mídia (Google Filmes e Play Music).
  • O app do Google Cast sinaliza outros aplicativos compatíveis.
  • O modo de espera transforma a TV em um painel de obras de arte, lindas paisagens, tudo em qualidade maravilhosa (e com os links certinhos caso te interesse saber mais sobre),
  • Permite criar um slideshow com suas fotos e vídeos, jogos em grupo e até um karaokê.
  • O destaque nesse quesito é Just Dance Now, que traz uma dinâmica semelhante ao do Wii e utiliza o celular como sensor. O ruim é que só vem com uma música disponível, e o preço das outras é um pouco salgado.
  • Tem aplicativos voltados para esportes, TV Pokémon, Crunchyroll e também vale a pena dar uma olhada (Android) nos outros aplicativos na loja voltados para o Chromecast.

serviços

E desvantagens…

  • Esquenta horrores, mesmo ligado na USB da TV, então, se você tiver escolhido deixá-lo direto na tomada (ele vem com adaptador) indico desligar da energia ao terminar de usar. Ao deixar plugado na TV ele desativa quando a mesma é desligada, o que é mais seguro. Somado ao calor escaldante do Rio de Janeiro é diminuição de vida útil na certa.
  • Tem me incomodado é que só funciona maravilhosamente com aparelhos Android. Com iOS ele dá umas travadas, às vezes demora. Já aconteceu de nem abrir o filme no Netflix, de ter que reiniciar o dispositivo. Não sei o que ocasiona isso, mas é chato o suficiente para não mandar qualquer comando por outro sistema operacional móvel.
  • A necessidade do uso do PC, celular ou tablet para enviar os comandos. Caso algum descarregue, adeus transmissão (estou pesquisando se tem como sanar isso).
  • Outro ponto negativo ao meu ver é o preço. Fazendo uma busca rápida pelo Buscapé, os preços da primeira versão variam de R$ 170 até uns R$ 250, enquanto no Mercado Livre se acha por volta de R$ 150,00. A segunda versão está em torno de R$ 300,00, também no Mercado Livre. Peguei uma boa promoção no Boa Dica e ele custou em torno de R$ 130,00 em uma lojinha de informática no centro do Méier.

Pra finalizar:

Estou bastante contente com a compra e de fato tornou nossa vida bem mais simples. Utilizávamos o controle do Xbox para navegação, o que era muito chato. Ele entrega uma qualidade de imagem e som muito superior também, além de permitir utilizar o que citei acima sem precisar de uma assinatura adicional. Li em algum lugar que a Live liberou utilizar os serviços sem ser Gold, mas quando isso aconteceu provavelmente eu já havia comprado o Chromecast. Vale a pena sim.  Trata-se de um dispositivo muito simples, fácil de usar e de instalar. Sobre valores, indico muita pesquisa em relação ao preço e até um monitoramento caso não tenha como comprar à vista. Acima de R$ 150,00 ao meu ver é absurdo.

Ainda estou aprendendo sobre ele e caso você tenha alguma dica, sugestão ou dúvida, pode deixar aqui nos comentários que terei prazer em ler! Até a próxima!

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Blog Avisos

Hello, World ~ Y otras cositas más!

Marceline

Depois de um 2015 tenso, bizarro, sinistro e perverso…

Como vai? Tudo bem com você? Também está no clube da camiseta do “Sobrevivi a 2015”? Com todos os pedacinhos ou ainda juntando os cacos?

Ok, deixemos o passado de lado, já que tem bolo quentinho no forno.

Finalmente CONSEGUI terminar algumas metas e arrumar as coisas aqui no blog!

Muitas novidades estão a caminho, só que, se eu esperasse tudo ficar redondo do jeito que projetei (lua em Capricórnio aqui, não se esqueçam), ia demorar muito mais e mais um ano pago de hospedagem iria para o ralo.

Sim, paguei um ano para a argh GoDaddy (pretendo falar sobre isso logo mais) e me arrependi. Migrei, tive uma dor de cabeça danada pois perdi tudo (posts, comentários, imagens, layout), mas consegui recuperar a maioria das coisas pelo menos. E aqui estamos.

Puxe uma cadeira e me deixe falar das reformas que foram feitas aqui de casa:

  1. Lá em cima tem a Gabyzinha e a Hanji Zoe (a gata), minha mascote fofa feita com amor e esmero pela linda da Yuri, da página Diário de Uma Andarilha. E para combinar com essa lindeza temos esse layout responsivo todo bonitão, que em breve será substituído pelo meu oficial.
  2. PASMEM PORQUE TCHAN TCHAN TCHAN – logo mais teremos vídeos da minha pessoa aqui no blog. SIM, atendi ao pedido da galera e vai ter muita Gabyza falante na frente da câmera pra sacudir o Youtube. Então se inscreva lá no canal clicando aqui e fique por dentro de quando começarem os trabalhos.

Estou muito animada, tenho estudado bastante pra fazer da maneira mais legal e divertida possível. Esse ano será muito corrido por aqui!

Desejo um feliz 2016, que todos os seus sonhos se realizem e que Bisões Voadores do amor surjam em nossas janelas <3

Até logo =*

Fonte da Marceline

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Wolkices Cotidiano

Andei Aprendendo: Carreira e Conhecimento

child

Se existe algo que ainda não fiz nesse blog é escrever sobre minha vida acadêmica, profissional idem. Interessante porque sou uma pessoa que costuma compartilhar vivência e aprendizado, mas só agora, depois de quase cinco anos que criei esse blog, me dei conta disso.

Hoje falarei sobre a minha relação com o conhecimento e sobre os passos que tenho dado em direção a minha carreira.

Começarei na infância, tempo em que enquanto eu lia quadrinhos da Mônica, me interessava por livros de Astronomia, Ciências, Grandes Invenções, “Por Dentro das Máquinas” ou rótulos de shampoo com nomes engraçados na parte de composição química. Era adepta da autodidática, interessada em saber como as coisas funcionavam e como se mantinham em sua forma final. O que tinha lá dentro, quando começou, como foi se adaptando. Não importava o que era, eu queria aprender, perguntar, expandir meus horizontes, criar coisas. Eu queria fazer algo grandioso e contribuir para que crianças lessem livros como aqueles no futuro e ficassem tão deslumbradas como eu (não tinha a internet naquela época). Também sempre fui uma criança muito criativa, inquieta e curiosa.

Eu pensava que o ser humano poderia ser o que ele quisesse. Poderia ser médica, advogada e se desejasse, artesã. Não existia uma cartilha dizendo que só se pode ser uma coisa e que é necessário exercer todas as carreiras ao mesmo tempo. Era só estar vivo e ter força de vontade. Ainda penso assim, mas adiciono os recursos na equação. Tanto que já cansei de ver jornalistas fazendo direito, psicólogos seguindo gestão e arquitetos que também querem ser formados em gastronomia.

Já tentei algumas coisas ao longo da vida. Cursei Administração e achei muito chato, Desenho Industrial, um curso caríssimo, e escutei que era difícil se sustentar como designer no Brasil na época e continua sendo até hoje. Direito, que eu amava e me saía muito bem no que era proposto (como debates ou situações de conflito). Saí porque nós, alunos, tivemos que fechar a via principal do bairro pedindo pra instituição pagar os milhões que estava devendo para os funcionários e professores, e pra completar ela era alvo de uma CPI. Fui parar no técnico em Edificações por gostar de engenharia civil, de projetos, orçamentos. Escolhi também por ser rentável, na expectativa de conseguir um emprego melhor que me permitisse concluir o tal curso de Direito, mas meus planos mudaram. Não me arrependo de nenhuma decisão tomada. Só que hoje não tenho mais saco para graduação de longos anos, mas parar de estudar é algo que está fora de cogitação.  A vida tem dessas, não é mesmo?

Descobri no técnico que gostava de verdade da parte de planejamento estratégico e foquei em me especializar em gerenciamento de projetos. Direito não foi deletado da minha ficha, mas guardado na gaveta. Um sonho de cada vez. Optei por fazer uma graduação tecnológica. Embora os meus planos finais sejam bem distintos dos meus colegas de classe, que buscam a carreira financeira, estou aprendendo muita coisa que tem complementado o técnico. Entrei lá porque fazer Construção Civil (que por sinal foi extinto na instituição) era redundante e tem matérias focadas no que quero me especializar na pós-graduação. Mas não impediu que eu acabasse abrindo o coração para tudo o que aprendo por lá, inclusive como pessoa.

Na faculdade aprendo bastante sobre liderança, negociação e também sobre análise dos cenários, como por exemplo considerar onde estamos e que existe uma linha tênue entre o que temos hoje prosperar ou não amanhã. De saber multiplicar seus recursos, palpáveis ou não. Estamos sempre evoluindo. Ou pelo menos deveríamos.

Longo caminho, não? Enfia também um casamento no meio.
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